o remédio

O corpo queixa-se numa linha fininha e aguda que desce do pescoço e se derrama pelas costas. São as cargas, dirão alguns, A falta de café, dirão outros. A mulher está-se nas tintas para as cargas, para as causas ou para as razões, há imaginação para tudo. O que a criatividade não tira é esta dor que vai aparecendo em pequenos espasmos e que retira mobilidade. Talvez a culpa seja do pescoço, demasiado alto, pensa a mulher. E ri-se. Não há mais nada a fazer.

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