dar de novo

O mar está transparente, lê-se o fundo, as tonalidades de verde brilham ao sol. Intranquila, a brisa passa ao de leve na superfície das gotas e sente a saudade das papoilas que de tempos a tempos lhe escreviam o amor.
Um riso de criança e dois grãos de areia relembram-na quem é.
A brisa sorri, sopra mais forte, transforma-se em vento e revolve tudo à sua volta. Baralhar e dar de novo, a sua velha maneira de se aquietar.

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