em jeito de máquina

A mulher sente-se uma máquina de trabalho, já há vários dias. Sem horas, sem ásanas, com demasiada ausência de descanso.

Vale-lhe a cabeça que por vezes viaja para outros lados e o seu lado mais feminino pontuado pelo batôn, o ruído dos colares vários, dos brincos e dos anéis.

Amanhã será outro dia igual. E por isso, mais uma vez, exagerará na fantasia do exterior.

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