São Todos-os-Dias.

Alguém bateu à porta.

Ela abriu.

Ninguém. Apenas um embrulho.

Fechou a porta e levou-o para dentro.

O papel estava decorado com flores diminutas, cheirava a perfume.

Com cuidado, descolou-o.

Descobriu papel de seda, envolvendo algo relativamente grande.

E um cartão simples que dizia

Para que nunca te esqueças. 

Ela sorriu e nesse momento rasgou tudo:

Um regador, usado e ferrugento.

A mulher abraçou-o e recordou a primeira música de todas as deles.

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