dentro da razão

Deitada na cama, a mulher teve arrepios. Vários e seguidos. Ficou irritada: este não é o momento para uma coisa daquelas (nunca é para ela, aliás). Resolveu não ligar e afogou as sensações numa pastilha efervescente. Mais arrepios. E, de súbito, o corpo cedeu, desmaiando num sono profundo. Afinal também era isso. Também. Ou ‘isso’ era o princípio de tudo o resto, na verdade. O físico quase sempre tem mais razão do que a cabeça. 
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