dores de crescimento

O miúdo mais velho mede mais de um metro e oitenta e três. Acabou de chegar de Berlim, uma viagem que certamente foi incrível, graças ao pai e à Rita. É um rapaz-homem invulgarmente inteligente, invulgarmente maduro e um doce quando se passa a sua barreira de reserva. Fora tudo isso, conta-me muito poucas coisas. Acho que é normal nestas idades. E, se ele ler este texto, só espero que perceba que estas são as dores de crescimento. Uma mãe também as tem. Sou uma mãe-galinha, reconheço.
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