os eventos

Não sei ir a eventos daqueles do croquete e do sorriso fácil. Raramente vou e se vou é para dar um beijo a conhecidos que provavelmente desconhecem o esforço que faço. Não tenho jeito para a conversa mole, não tenho a menor das paciências para o chamado networking, sinto-me um peixe fora de água e, como peixe que sou, fico sem ar. Gosto dos eventos quando são festas próximas, quando não exigem a pose, a armadura da arrogância, da eficiência ou do poder. Dantes achava que era da falta de idade mas agora sei que faz parte da minha estrutura, do meu ADN até, talvez.
Hoje vou a um evento organizado por pessoas de quem gosto muito e cujo tema se relaciona com outras duas por quem tenho apreço. Porém, a relutância já se instalou e estou há largos minutos num combate cerrado entre o verbo ir e o verbo trabalhar-para-não-ir. Mexe-te.
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