será

E agora eu desaparecia. Desaparecia com um hocus-pocus, um abracadabra, uma varinha de condão ou mesmo desfeita em mil bocadinhos dentro de uma trituradora mágica. Talvez desse menos trabalho à vida, criasse mais espaço, não sei. Mas a verdade é que não me apetece, quero estar aqui, contigo, gostava apenas que a dor se fosse embora, esta dor fininha que se arrasta há meses, me acorda de manhã, me dá as boas noites quando o sol se põe, relembrando-me a sua existência mesmo em sonhos. Hoje não me apetece desaparecer. Dá para aguentar?
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