house of cards

House of Cards juntou-se, na semana passada, ao meu conjunto de séries favoritas. Repleta de bons actores e com realizadores do melhor que há (David Fincher dirigiu os dois primeiros, James Foley o terceiro), é para já, a não perder. Um aviso…? Não é para meninos, nem para pessoas ainda crédulas na possibilidade de que o poder e a política possam estar de mãos dadas com o o altruísmo, ou o bem dos outros. Nada disso. House of Cards é dureza pura, manipulação e frieza absoluta na gestão de hidden agendas, as características dominantes dos protagonistas e do seu percurso. Não sobra nada nem ninguém que se possa atravessar no caminho. É terrível mas faz-nos cair na realidade. No meu caso, como sou crédula, espero pelo castigo, pela redenção e vitória do bem, tendo consciência de que talvez nunca lá se chegue. Mas nem que seja pelo mero exercício académico da observação das interpretações excelentes, dos recursos surpreendentes de diálogo do personagem principal com o espectador (que nos faz cúmplices do primeiro, não nos enganemos) e da maneira brilhante como está escrita, vale muito a pena. Fiquem com o aperitivo do trailer, sem mais comentários.
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