soluços, arrepios e chicotes

Tenho um livro que começou por um soluço num guardanapo de mesa de café, uma história com raízes africanas que espera por uma viagem a Moçambique para ser acabado há mais de sete anos. Tenho outro na cabeça que nasceu de um arrepio com uma reprodução de um quadro já lá vão mais de doze meses. Tenho um terceiro estacionado na cabeça por causa deste chicote gigante que tenho cá dentro e que me faz desprezá-lo por o achar um clichée.
Chamam todos por mim aos gritos. E eu continuo a agarrar-me ás desventuras do tempo para não enfrentar o branco da folha. Talvez seja por ainda não ter feito a minha lista de objectivos. Ou, quem sabe, esta é mais uma desculpa.
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