Procurar a paz

“Tem toda a razão, minha querida. Todas estas doenças resultam da violência que muitas vezes infligimos a nós próprios”.
A frase bateu-lhe na cara como um soco. Tomou consciência, uma tristeza profunda invadiu-a. Mas ela sabia que depois viria a decisão. E com esta, finalmente, a paz. A paz tão necessária à sua existência, a paz de que não prescindia. Ficou tranquila: afinal, ela tinha sempre o cuidado de avisar: “nunca me tirem a paz; tirarem-me a paz é roubarem-me o amor.” 

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