A amarga e doce realidade dos sonhos

Ando a sonhar muito.

Na semana passada, duas vezes com praias de cores extremas, mares cálidos, o sossego de estar sozinha, um bikini, a pele bronzeada e rigorosamente mais nada.

Hoje, um sonho terrível com a espera que não se deve esperar porque no mínimo é falta de respeito, a agressividade e humilhação gratuitas a que jamais devemos ser sujeitos. Despertei com o meu próprio choro e a sensação demasiado vívida que sempre tenho dos sonhos que faz com que leve tempo a libertar-me, a acreditar que não foi real.

Passa do meio-dia e ainda sinto amargo de boca.

Quero crer que, em ambos os casos, tenho que tirar mensagens do meu armário oculto, aprender com elas e fazer dessa aprendizagem a prática. Se não, para que serve tudo isto?
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