Lawrence

O sacana deste vírus não me deixa fazer nada. A febre, em arremessos de arrepios, de espirros e lágrimas, impede-me de ler o último livro de um dos meus escritores favoritos, Salmon Rushdie. Sucumbo ao comando e ligo a televisão. Na maior parte dos canais, uma miséria. Recuso-me a ficar a olhar de cérebro parado para tanta idiotice ou tema desinteressante. Continuo o périplo e aterro no paraíso. O Telecine 3 exibe um dos filmes de um dos realizadores-argumentistas que mais admiro. Um filme que já é um senhor de idade respeitável mas que não deixa de me fazer sentido porque apesar de muitos temas da sua origem não serem os actuais, continuam a sê-lo pelos desastres humanos que provocam.
Estaciono então no The Big Chill, enrolo-me ainda mais na manta com deleite e mando o vírus à fava.

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